03/06/2012

Não, tu mentiste.
Sinceramente já estava a achar estranho o facto de te alterares completamente quando se tocava no assunto, ou melhor, quando se tocava na ferida. Desliguei-me completamente da vulnerabilidade e pus mãos a obra, começando por esclarecer cada situação, tim-tim por tim-tim, até descobrir muitas coisas que nem acredito que me escondeste. Somos amigas, as melhores, somos irmãs! Quando te disse que não me ia chatear era porque não me ia chatear (ponto). Devias ter-me dito, poupavas muito mais e dispensava-se tudo o que acontecera até agora, talvez.
Sim, porque "surpresa" a minha quando, após tudo esclarecido com as 3 pessoas que eu planeara falar, me liga ele - "então, agora já percebeste um dos grandes porquês de eu me ter afastado? Ela estava-se a meter e foi a promessa que nós fizemos, que se ela se sentisse mal com tudo que acabava. Eu simplesmente tentei explicar-te o que se passou naquela noite e tu nem um sinal de confiança demonstraste por mim. Eu agora errei, por opção, mas ainda és tu quem me importa, não esta ou as outras, mas tu nunca vais confiar em mim".
Acontece que lhe expliquei, a ele e a ti, melhor o meu feitio, que se se esforçarem e batalharem por mim e pela minha confiança, conseguem recuperar tudo e sair vitoriosos. Agora, também vos expliquei que cada um se deita na cama que faz, e oportunidades só há uma.

Sem comentários:

Enviar um comentário